O cheque de reembolso das Finanças que os contribuintes receberão em 2014 deverá manter-se ou até mesmo aumentar. Isto porque os trabalhadores também vão descontar este ano mais do que seria suposto, tendo em conta que as novas tabelas de retenção na fonte de IRS estão a cobrar valores acima do devido, apontam alguns especialistas ouvidos pelo Diário de Notícias (DN).

Apesar da redução dos escalões de IRS, aumento do valor que é retido mensalmente e do corte das deduções à colecta, medidas contempladas no Orçamento do Estado para 2013, a maioria dos portugueses vai continuar a receber o habitual cheque do Fisco aquando do acerto de contas anual, em 2014, sendo que no caso dos funcionários públicos o reembolso poderá inclusivamente ser mais generoso, segundo cálculos da Deloitte, citados pelo DN.

E porquê? Por que as novas tabelas de retenção na fonte de IRS, publicadas na segunda-feira em Diário da República, inflacionam o montante que cada contribuinte terá de descontar à cabeça. Assim, os cofres públicos encaixam mais dinheiro a curto prazo, não deixando, porém, de ter de o devolver mais tarde.

Este excesso de cobrança antecipada de IRS é uma prática habitual, indicam fiscalistas contactados pelo Diário de Notícias. No entanto, “este ano choca especialmente o facto de os contribuintes estarem já a ser chamados a um esforço adicional por via do aumento efectivo do imposto”, é explicado.

A título de exemplo, um funcionário público que ganhe 1.000 euros brutos por mês, deverá ser reembolsado em 287 euros no próximo ano, mesmo sem apresentar despesas com habitação ou saúde.

Fonte: Notícias ao Minuto

 

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